
Edifício S. Jerónimo dos HUC “passa no teste” de segurança
Nos HUC realizou hoje uma simulação de incêndio na sua ala do Edifício S. Jerónimo, de modo a conferir a qualidade e segurança do seu PEI - Plano de Emergência Interno.
Neste “teste” foi analisada uma situação de incêndio no armazém do seu segundo piso, que causou - apenas de forma simulada - quatro feridos, dois graves e dois ligeiros, de modo a confirmar a segurança e correção dos procedimentos planeados. Na sequência da confirmação da deflagração do fogo, foram contactados os meios de socorro - INEM, corpos dos bombeiros, Proteção Civil, Cruz Vermelha e Polícia de Segurança Pública (PSP) - para que se dirigissem ao local e fosse possível verificar dificuldades nos acessos.
Alberto Adrego, delegado de segurança da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, relembra que todos os meios se «mantiveram alerta», ou seja, apesar da situação de simulacro, nenhum serviço foi posto em causa para a realização desta análise. «Estes trabalhos simulados são uma das medidas de proteção obrigatória, neste âmbito temos realizado vários cenários para conferir a segurança», alerta o delegado.
No que toca às fragilidades encontradas, Alberto Adrego afirma que se encontram «sempre problemas» e que «nenhuma situação será perfeita», defendendo que o melhor cenário possível será encontrar o máximo de entraves nas simulações, para haver uma solução no futuro.
Do lado da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), o vereador para a Proteção Civil, Carlos Lopes, enaltece a união entre a CMC e os HUC para garantir a «proteção, cidadania e segurança de todos».
Antes de terminar o dia, houve ainda uma reunião de “debriefing” para reconhecer todas as dificuldades, «a quente», que será retomada no dia 30 de março, «a frio», para uma análise com vista a corrigir os erros.