
Avelar Brotero abriu o antigo portão para deixar entrar alunos da década de 60
É um dia de convívio, de recordações que se vive hoje na escola que já foi “Comercial e Industrial” mas hoje é apenas Secundária. Antigos alunos, da década de 60, voltaram à sua escola Avelar Brotero para mais um encontro. E já vão na 39.ª edição e prometem não parar.
Hoje é dia de trazer ao presente as amizades criadas quando eram jovens e de recordar o tempo em que rapazes e raparigas eram separados logo na entrada do portão e até havia dois toques diferentes para anunciar a entrada de cada um dos géneros. Mas, mesmo com as diferenças impostas, havia amizade que se criou e ficou para a vida.
«Este dia faz-me ter 17 anos outra vez», confidencia Fátima Pedro, uma das “alunas” da década de 60 do século passado, que hoje se juntou ao vasto grupo onde se previam mais de 130 participantes.
«Vamos comer, vamos beber, vamos dançar até que os pés nos deixem e vai ser um dia muito feliz», dizia, esta manhã, Margarida Sereno, outra “aluna” que, já na escola e enquanto o grupo de ia compondo, recordava o portão da Avelar Brotero, que já não é porta de entrada principal, mas hoje voltou a sê-lo, para deixar entrar estes alunos.
E o bar? «Do lado direito as raparigas, ao meio os professores e do lado esqurdo os rapazes», recorda, por seu lado José Caldeira.