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ASAE faz apreensões na Feira dos 23

Foram apreendidas 177 plantas de citrinos (o que corresponde a 1.400 euros) e instaurados três processos de contraordenação em consequência de uma operação de fiscalização direcionada à comercialização de plantas de citrinos, que decorreu em Coimbra e Estarreja

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 177 plantas de citrinos (o que corresponde a 1.400 euros) e instaurou três processos de contraordenação em consequência de uma operação de fiscalização direcionada à comercialização de plantas de citrinos, que decorreu na Feira dos 23, que decorreu na semana passada em Bencanta, em Coimbra, assim como também em Estarreja. A maioria das apreensões aconteceu em Coimbra, confirmou ao Diário de Coimbra fonte da ASAE.

A operação foi realizada através da sua Unidade Regional do Centro da ASAE e teve como principal objetivo verificar o cumprimento das «medidas fitossanitárias destinadas à prevenção e controlo da Trioza erytreae, uma praga que constitui uma ameaça significativa para a citricultura nacional, podendo comprometer a produção e a sustentabilidade do setor».

Além da apreensão de 177 plantas de citrinos, os três processos de contraordenação foram instaurados devido ao incumprimento das medidas fitossanitárias, a exposição das plantas para venda sem qualquer tipo de proteção, o que permite o contacto direto com o exterior e potencia a propagação da praga.

De acordo com a ASAE, o inseto Trioza erytreae, para além de causar estragos diretos significativos nas plantas hospedeiras, é um vetor da doença HLB ou Citrus Greening, que é considerada a mais grave que afeta os citrinos a nível mundial, representando uma ameaça séria à produção citrícola na Europa. Por esse motivo, as medidas fitossanitárias atualmente em vigor para o controlo da Trioza erytreae pretendem reduzir a infestação em zonas afetadas e, prevenir uma dispersão da bactéria Candidatus Liberibacter, evitando impactos devastadores na citricultura.

«A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização no âmbito das suas competências de controlo de medidas fitossanitárias, com especial enfoque na comercialização de plantas, visando mitigar a disseminação desta praga, que causa danos severos na produção citrícola a nível nacional, embora não represente qualquer risco para a saúde humana».

 

Abril 2, 2025 . 12:26

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