
Ciclo de Teatro sobe à cena em três localidades
O Ciclo de Teatro Amador regressa no fim de semana com a itinerância de três grupos envolvidos nesta ação de revitalização da atividade teatral, designadamente pelo grupo O Cénico dos “Esticadinhos”, pelo QADIMU – Grupo de Teatro Amador da União Recreativa de Cadima e pelo Grupo de Teatro Novo Rumo.
Assim, sábado, às 21h30, o grupo O Cénico dos “Esticadinhos” sobe ao palco da sede da Associação Cultural e Recreativa do Zambujal, numa parceria com a Associação Juvenil do Zambujal e Fornos, para apresentar “Há algum crítico na sala?”, de Jean Pierre Martinez, adaptado por Fernando Geria. A peça mistura drama e comédia, centrada em duas atrizes que, após uma crítica negativa, enfrentam o fracasso com coragem e soluções radicais. Trata-se de uma homenagem aos atores que buscam o brilho nas sombras e celebram o fracasso com paixão.
No mesmo dia e à mesma hora, no salão da Junta de Freguesia de Cordinhã, QADIMU – Grupo de Teatro Amador da União Recreativa de Cadima vai interpretar “Xeque-Mate”, de Jean-Pierre Martinez, que usa a metáfora do xadrez para explorar o mundo da política.
No dia seguinte, domingo, pelas 17h00, o Grupo de Teatro Novo Rumo vai apresentar “O Príncipe Nabo”, de Ilse Losa, no Centro Paroquial de São Pedro, em Cantanhede. A Princesa Beatriz não consegue agradar ninguém e, por isso, vive insatisfeita com os seus pretendentes. O Rei do Castelo da Abundância, cansado dos caprichos da filha, decide dar-lhe uma lição, refere a sinopse.
Recorde-se que a edição deste ano do Ciclo de Teatro contou com um total de 38 sessões de teatro, envolvendo a participação de mais de 380 pessoas, entre atores e outros elementos que asseguram diversas tarefas inerentes à produção e montagem dos espetáculos.
Na sessão de encerramento, agendada para dia 12 de abril (21h30), no Multiusos de Febres, será apresentada a peça “A Festa”, do dramaturgo italiano Spiro Scimone, com encenação de Maria João Luís e interpretação de Miguel Brás, Miguel Henriques e Susana Gouveia, numa produção da companhia profissional "Teatro das Beiras", sediada na Covilhã.
Durante quatro meses, todos os fins de semana, houve a apresentação de, pelo menos, uma peça de teatro numa das freguesias onde as coletividades desenvolvem intervenção cultural.